E quase nenhum quilômetro rodado à toa. Enquanto app de corrida solta manda o motoboy varrer a cidade atrás de pedido, a CORRE concentra a moto no ponto fixo — menos gasolina queimada à toa, mais entrega feita, mais grana girando. É a logística de última milha mais enxuta de São Paulo.
Cada ponto é uma empresa com motoboys dedicados grudados nele. A corrida sai do ponto direto pro destino — sem o motoboy cruzar a cidade pra pegar o pedido. Multiplica isso por 32 pontos e você tem uma malha que cobre a região inteira sem sobreposição.
Em app comum, o motoboy roda rodando à toa pra achar corrida e pra chegar na coleta. No ponto fixo ele já tá na origem — sai só com carga. Menos gasolina, menos desgaste, mais entrega por litro.
Os motoboys ficam concentrados nos pontos, não espalhados pela cidade inteira. Cada região tem a frota certa pro volume dela — sem falta em bairro cheio, sem sobra em bairro morto.
A entrega cai no motoboy do próprio ponto, não em quem tá a 8 km. Tempo de coleta despenca e o cliente recebe mais rápido — previsível, todo dia.
Motoboy se cadastra sozinho e de graça. Quando a demanda de uma região sobe, a frota cresce junto — sem a CORRE ter que comprar moto ou contratar ninguém.
Números ilustrativos de um dia de trabalho comparando o motoboy rodando corrida aleatória com o mesmo motoboy num ponto fixo CORRE.
E essa conta é o piso. Como o ponto fixo tira o tempo morto, o motoboy dedicado faz mais entrega no mesmo turno — então a média sobe conforme a rede amadurece. Quanto mais motoboy entra, mais capacidade, sem custo fixo pra CORRE.
Coloque sua empresa num ponto fixo e tenha moto dedicada na porta. Ou entre como motoboy e corra onde a grana é certa.
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